Neste momento (23:59 de 31/07/12), encerra-se o prazo para postagens da atividade final da disciplina Sistemas de Informação e Sistemas do Conhecimento.
Apesar disso, o espaço continua a disposição para novos comentários e também para a publicação de assuntos diversos referentes ao nosso curso. O espaço é nosso, vamos utiliza-lo para nosso enriquecimento intelectual.
Este blog foi criado para a publicação das atividades da disciplina Sistemas de Informação e Sistemas do Conhecimento, ministrada pela professora Márcia Homci, do Curso de Licenciatura em Computação do IFPA - Campus Bragança - Pólo Salinópolis. Fiquem a vontade para publicar suas atividades e fazer os comentários nas atividades dos colegas.
terça-feira, 31 de julho de 2012
Sistemas Especialistas - Edileuza Lima
SISTEMAS ESPECIALISTAS
Um Sistema Especialista é aquele que é projetado e desenvolvido para atender
a uma aplicação determinada e limitada do conhecimento humano. É capaz de
emitir uma decisão, apoiado em conhecimento justificado, a partir de uma base
de informações, tal qual um especialista de determinada área do conhecimento
humano.
Para tomar uma decisão sobre um determinado assunto, um especialista o faz a
partir de fatos que encontra e de hipóteses que formula, buscando em sua
memória um conhecimento prévio armazenado durante anos, no período de sua
formação e no decorrer de sua vida profissional, sobre esses fatos e hipóteses.
E o faz de acordo com a sua experiência, isto é, com o seu conhecimento
acumulado sobre o assunto e, com esses fato e hipóteses, emite a decisão.
Durante o processo de raciocínio, vai verificando qual a importância dos
fatos que encontra comparando-os com as informações já contidas no seu
conhecimento acumulado sobre esses fatos e hipóteses. Neste processo, vai
formulando novas hipóteses e verificando novos fatos; e esses novos fatos vão
influenciar no processo de raciocínio. Este raciocínio é sempre baseado no
conhecimento prévio acumulado. Um especialista com esse processo de raciocínio
pode não chegar a uma decisão se os fatos de que dispõe para aplicar o seu
conhecimento prévio não forem suficientes. Pode, por este motivo, inclusive
chegar a uma conclusão errada; mas este erro é justificado em função dos fatos
que encontrou e do seu conhecimento acumulado previamente.
Um Sistema Especialista deve, além de inferir conclusões, ter capacidade de
aprender novos conhecimentos e, desse modo, melhorar o seu desempenho de
raciocínio, e a qualidade de suas decisões.
Bibliografia
[ARA88]- ARARIBÓIA, G. "Inteligência Artificial - Um Curso Prárico" - Editora LTC, 1988.
[BAR81]- BARR, A. e Feigenbaum, E. A. "The Handbook of Artificial Intelligence " - 1981.
[CHA85]- CHARNIAK, E. e McDermontt, D. "Introduction to Artificial Intelligence" - Editora Addison-Wesley, 1985.
[FEI81]- FEIGENBAUM, Edward A. e Barr, Avron. "The Handbook of Intelligence" - Vol I: 1981.
[HAR88]- HARMON, P. e King, D. "Sistemas Especialistas - A Inteligência Artificial Chega ao Mercado" - Editora Campos, 1988.
[KEL87] - KELLER, R. "Expert Systems Technology - Development & Application" 1987.
[KVI88] - KVITCA, A. M. "Resolucion de Problemas cón Inteligencia Artificial" - III Escola Brasileiro-Argentina de Informática, Curitiba/PR, 1988.
SAD's - Andrey H. Goulart
SISTEMAS
DE APOIO A DECISÃO – SAD’s
Tomar
decisões no contexto atual é algo extremamente complexo, pois são diversos os fatores
de influência que são inerentes as empresas: necessidade de produtos ou
serviços com qualidade; necessidade de atendimento rápido e personalizado; necessidade
de preços competitivos; condições impostas por clientes e/ou fornecedores; concorrência;
tecnologias utilizadas; otimização dos recursos existentes. Administrar esta
complexidade é o desafio de todo dirigente moderno. Boas ferramentas para dar
suporte ao moderno processo decisório são imprescindíveis.
É
nesse contexto que os Sistemas de Apoio à Decisão – SAD (também chamados de
Sistemas de Suporte à Decisão – SSD) se mostram eficientes ao ajudar
a resolver problemas organizacionais através de informações e modelos
especializados. O Sistema de Apoio à Decisão (SAD) é um sistema baseado em
computadores cuja função é apoiar o
processo de tomada de decisão em áreas de planejamento estratégico, controle
gerencial e controle operacional, sendo isso o que o diferencia dos demais
tipos de sistemas de informações.
“Enquanto os outros sistemas de informação
disponibilizam basicamente relatórios de formato fixo, os SSDs possuem uma
variedade maior de formatos.” (REYNOLDS, 2002, p. 316). A flexibilidade que o
SAD oferece ao disponibilizar os relatórios facilita o gestor, de modo que ele
tenha somente as informações que necessita, visto que a variedade de problemas
e necessidades dos tomadores de decisão é muito ampla.
Os Sistemas de Apoio à Decisão contém os seguintes subsistemas: Subsistema
de gerenciamento de dados; Subsistema de gerenciamento do
modelo; Subsistema de gestão do
conhecimento; Subsistema de Interface
com o utilizador; além do utilizador
(agente que toma as decisões) – Há investigadores que defendem que muitas das
contribuições dadas pelos SAD são derivadas da intensa interação que existe
entre o computador e o utilizador.
![]() |
| Interface gráfica do SAD PSI_A |
Como exemplo
de SAD tem-se o Sistema de Apoio à Decisão para Diagnósticos Médicos. Outros exemplos incluem uma financiadora que verifica o
crédito de um solicitador de crédito ou de uma firma de engenharia que tem um
grande projeto e quer saber se podem ser competitivos com os atuais custos. Um outro exemplo é o PSI_A (Software para gestão de empresas que baseia-se na modelagem de
preferências do decisor).
REFERÊNCIAS
IA_Inteligência Artificial _ Alessandra Reis
Inteligência Artificial (IA) é um ramo da ciência
da computação que se propõe a elaborar dispositivos que simulem a capacidade
humana de raciocinar, perceber, tomar decisões e resolver problemas, enfim, a
capacidade de ser inteligente.
Existente há décadas, esta área da ciência é grandemente impulsionada com o rápido desenvolvimento da informática e da computação, permitindo que novos elementos sejam rapidamente agregados à IA.
Iniciada dos anos 1940, a pesquisa em torno desta incipiente ciência eram desenvolvidas apenas para procurar encontrar novas funcionalidades para o computador, ainda em projeto. Com o advento da Segunda Guerra Mundial, surgiu também a necessidade de desenvolver a tecnologia para impulsionar a indústria bélica.
Com o passar do tempo, surgem várias linhas de
estudo da IA, uma delas é a biológica, que estuda o desenvolvimento de
conceitos que pretendiam imitar as redes neurais humanas. Na verdade, é nos
anos 60 em que esta ciência recebe a alcunha de Inteligência Artificial e os
pesquisadores da linha biológica acreditavam ser possível máquinas realizarem
tarefas humanas complexas, como raciocinar.
Depois de um período negro, os estudos sobre redes neurais volta à tona nos anos 1980, mas é nos anos de 1990 que ela tem um grande impulso, consolidando-a verdadeiramente como a base dos estudos da IA.
Hoje em dia, são várias as aplicações na vida real da Inteligência Artificial: jogos, programas de computador, aplicativos de segurança para sistemas informacionais, robótica (robôs auxiliares), dispositivos para reconhecimentos de escrita a mão e reconhecimento de voz, programas de diagnósticos médicos e muito mais.
Referência: http://www.tecmundo.com.br/intel/1039-o-que-e-inteligencia-artificial-.htm
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