Inteligência Artificial - IA - José Odair
A Inteligência
Artificial (IA) é uma área de pesquisa da Ciência da Computação,
dedicada a buscar métodos ou dispositivos computacionais que possuam ou
multipliquem a capacidade racional do ser humano de resolver problemas, pensar
ou, de forma ampla, ser inteligente. Também pode ser definido como o ramo da
ciência da computação que se ocupa do comportamento inteligente, ou ainda, o
estudo de como fazer os computadores realizarem coisas que, atualmente, os
humanos fazem melhor.
O estudo e desenvolvimento desse ramo de pesquisa tiveram
início após a Segunda Guerra Mundial, na Universidade de Carnegie Mellon, tendo
como principais idealizadores os seguintes cientistas: Hebert Simon, Allen
Newell, Jonh McCarthy e vários outros, que com objetivos em comum tinham a
intenção de criar um “ser” que simulasse a vida do ser humano, executando
funções e apresentando características básicas, como a capacidade de
raciocínio, aprendizagem, reconhecer padrões e inferência.
Os estudos em I.A., atualmente, dividem-se em quatro ramos
fundamentais. Distingamos assim uma área ligada ao estudo das redes neuronais e
ao conexionismo que se relaciona também com a capacidade dos computadores
aprenderem e reconhecerem padrões. Um outro ramo ligado à biologia molecular na
tentativa de construir vida artificial. Um terceiro relacionado com a robótica,
ligada à biologia e procurando construir máquinas que alojem vida artificial. E
finalmente o ramo clássico da I.A. que se liga desde o início à Psicologia,
desde os anos ’70 à epistemologia e desde os anos ’80 à sociologia, e que tenta
representar na máquina os mecanismos de raciocínio e de procura.
Um tema bastante recorrente em histórias de ficção
científica, a Inteligência Artificial presente em livros, desenhos animados e
filmes. Um autor de grande destaque nesta área é o russo Isaac Asimov, autor de
histórias de sucesso como O Homem Bicentenário e Eu, Robô. Ambas receberam
adaptação para o cinema. Outra história que caiu nas graças do público foi AI:
Inteligência Artificial, dirigido por Steven Spielberg.
Porém, nem tudo são flores. A I.A. estampada nos filmes: Uma
Odisseia no Espaço e Exterminador do Futuro mostram como a humanidade pode ser
subjugada por máquinas que conseguem pensar como o ser humano e ser mais frias
e indiferentes à vida do que seus semelhantes de carne e osso.
Por outro lado, robôs inteligentes podem ser de grande
utilidade na medicina, diminuindo o número de erros médicos, na exploração de
outros planetas, no resgate de pessoas soterradas por escombros, além de
sistemas inteligentes para resolver cálculos e realizar pesquisas que poderão
encontrar cura de doenças.
Para muitos a existência de máquinas com o poder de pensar,
sentir e até ter a capacidade de realizar atividades humanas é um fato inconcebível.
Referências Bibliográficas
Obs: Pesquisa feita em 27/07/2012
Que bom qua a IA, nos ajuda a buscar a resolver problemas e a pensar de forma inteligente, buscando a despertar os nossos neurônios.
ResponderExcluirHein Odair, todos esses estudos e produções fictícias nos dão uma visão de futuro, acho que isso não esta muito distante, mas se formos pensar no avanço da tecnologia que ela trouxe pra gente até hoje, principalmente no lado da ciência, vidas sendo salvas pelo uso de coração artificial, coisa que não víamos. Ninguém sabe ao certo, sobre este estudo, só sabemos que por exemplo a internet surgiu da necessidade do exercito de se comunicar sem que a forças inimigas detectassem sua comunicação. Acho que teríamos que ter medo é do homem de se aproveitar dessa tecnologia em beneficio próprio, ou seria o homem tão inocente ao ponto de criar uma maquina capaz de se voltar contra ele?! Muitas teorias já foram especuladas, inclusive segundo Isaac Asimov teria que existir Leis da robótica incutidas na CPU dessas máquinas que é bem interessante que são:
ResponderExcluir1ª - um robô não pode ferir um ser humano, ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal.
2ª - um robô deve obedecer às ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei.
3ª - um robô deve proteger sua própria existência enquanto tal proteção não entrar em conflito com a Primeira ou Segunda Leis. Como tudo são especulações por enquanto não custaria nada colocar isso em pratica.
Very Good!
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